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O ano não está sendo fácil para as ‘Sete Magníficas’ – menos para a Meta
Dona do Facebook crava sequência histórica de 16 altas, e avança 22,5% no ano, na contramão do ceticismo com gastos de IA pós fenômeno DeepSeek
01/01/1970 00:00:00
O começo de ano foi, no mínimo, turbulento para as Magnificent Seven, as sete maiores empresas de tecnologia que levaram a Bolsa americana a desempenhos estelares nos últimos dois anos.
Mas não para a Meta.
A dona do Facebook cravou uma sequência de 16 pregões de alta, a maior já registrada por uma empresa que compõe o índice Nasdaq 100 desde pelo menos 1990. No rali, os papéis acumulam alta de 17%, marcando uma valorização de 22,5% em 2025. (Às 15h30, enquanto esse post é escrito, a empresa caminha para mais um dia no azul, com leve alta de 0,08%.)
A Amazon é o outro único membro do grupo das Big Tech que está subindo no ano, mas ainda assim com um desempenho bem menor, de 6%.
Enquanto o fenômeno DeepSeek levou os investidores a questionarem os gastos multibilionários que vêm sendo feitos em inteligência artificial, a empresa de Mark Zuckerberg passou incólume ao movimento.
A Meta não está tirando o pé da tese, muito pelo contrário. O CEO anunciou que pretende investir até US$ 65 bilhões em IA neste ano, acima do previsto pelo mercado, numa conta que somada com as iniciativas de Amazon, Microsoft e Alphabet, dona do Google, levam os gastos previstos apenas em 2025 para US$ 325 bilhões.
A diferença, ponderam analistas, é que, no caso da Meta, os resultados já começam a aparecer. O último balanço mostrou que os investimentos em IA já tem se traduzido numa melhora na forma como a companhia direciona os anúncios para seus bilhões de usuários e mensura esse retorno.
“A Meta está bem à frente de seus competidores em provar que o capex que está indo pra IA está funcionando, e é por isso que os investidores continuam a gravitacionar ao redor dela”, disse Jim Polk, head de ações da Homestead Advisers, à Bloomberg.
No caso da Meta, a ascensão da DeepSeek também reforçou a vantagem de modelos de IA de código aberto, como é o caso do Llama, que vem sendo desenvolvido pela companhia.
Outro ponto que a diferencia das demais Big Tech é o fato de que investimentos em inteligência artificial estarem sendo direcionados para seus próprios data centers e produtos.
Amazon, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, por outro lado, tem uma maior parte das receitas ligadas à de serviços de armazenamento em nuvem, que são dependentes da demanda de clientes externos.
A desaceleração da demanda por cloud foi uma das razões que pesou sobre os papéis na temporada de resultados – onde os investidores estavam prontos para punir com rigor qualquer decepção.
Atribuir a alta aos esforços recentes de Zuckerberg para se aproximar de Donald Trump é um pouco esticado – a Tesla, afinal, cai 13% no ano. Mas certamente a nova postura da companhia não atrapalha, já que reduz os temores de uma regulação mais restritiva que sempre pairou sobre o papel.
Coincidência ou não, a sequência de alta dos papéis se estende exatamente desde 20 de janeiro, quando o novo presidente assumiu o cargo.
Apesar do rali, as ações da Meta ainda estão “baratas” quando comparadas com as Sete Magníficas. Negociadas a 27 vezes o lucro, a dona do Instagram e do Whatsapp só está mais valorizada em termos de múltiplos do que a dona do Google.
Neste ano, as ações da Apple, Alphabet e Microsoft caem pouco menos de 10%, enquanto a Nvidia recua 4% e a Tesla, 13%.
Para a sorte do mercado – e dos investidores passivos –, as valorizações têm se espalhado para outros setores além de tech e ações que vem logo atrás do grupo ilustre em termos de valor de mercado, como a farmacêutica Eli Lilly, o banco JP Morgan, e a Netflix, estão recuperando boa parte da diferença.
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